O regresso a “casa” tem uma serenidade especial… depois de um afastamento voluntário, devido ao estado pandémico, retomar a missão de servir como canal de cura é um momento singular que partilho com paixão.
A verdade é que durante este interregno temporal, nunca houve um afastamento da missão, houve sim o distanciamento do espaço que muitas vezes apelido de templo… o meu espaço de retiro e encontro.
O cheiro… a luz… a segurança… a paz…, mantinham-se como presentes de boas-vindas, cada elemento isolado ou em simbiose eram como abraços cálidos com a função de nutrir sentidos e emoções.
Voltar a casa… é sentir o cheiro da terra, o som dos pássaros, o brilho do sol… a frescura da água… e o toque de quem amamos…